Suspeita de cobrar “cashback” sobre emendas parlamentares, aliada da deputada Valéria Bolsonaro e presidente do projeto Mulheres pela Fé, Amanda Servidoni, volta ao PL após ter sido expulsa em novembro de 2025 pela Comissão Executiva de Rio Claro que apontou sérios danos à imagem do partido, decorrentes da repercussão de graves denúncias divulgadas originalmente pela plataforma de notícias Metrópoles – clique AQUI.
“É com grande alegria que venho comunicar para vocês a minha filiação ao partido PL, pelas mãos do nosso presidente nacional Valdemar Costa Neto e o nosso presidente estadual Tadeu Candelária”, disse Amanda em vídeo postado nesta terça-feira (24) na rede social do Mulheres pela Fé, sediado no mesmo prédio do escritório político de Valéria Bolsonaro em Rio Claro – clique AQUI.
Em outubro de 2025, o Metrópoles teve acesso a áudios de WhatsApp em que Amanda fala sobre receber um terço da construção de uma “pista” e conversa sobre emendas com o representante de uma prefeitura da região – clique AQUI.
Servidora afastada da prefeitura de Rio Claro, Amanda se apresentava na região como uma assessora de Valéria, embora não tenha sido lotada nem na Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp) nem na Secretaria Estadual de Políticas para as Mulheres, à época comandada pela deputada que é casada com um primo de segundo grau do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).
Amanda reconhece que enviou os áudios, mas nega que tenha pedido propina. Ao Metrópoles, o advogado Marcelo Diniz disse que as falas de Amanda foram descontextualizadas. E a expulsão dela não estava amparada no Estatuto do Partido porque não havia “sentença penal condenatória transitada e julgada ou um fato muito grave” – clique AQUI.











