A maior parte da população de Rio Claro vive em ruas mal iluminadas. Um empréstimo de R$ 60 milhões aprovado pela Câmara Municipal ao final de 2025 a pedido do prefeito Gustavo promete mudar essa realidade. Pois então, que em 2026 enfim se faça a instalação de lâmpadas de LED em todo parque de iluminação pública do município e que todas as etapas para a implantação da melhoria sejam executadas às claras, com a devida transparência.
Promover a modernização com redução de custos e, ao mesmo tempo, garantir eficiência e uniformidade do sistema de iluminação pública de Rio Claro, tem se mostrado como uma meta extremamente desafiadora e até aqui inalcançável para os gestores de plantão.
Os dois últimos antecessores de Gustavo, os ex-prefeitos Juninho da Padaria e Du Altimari, não alcançaram nenhum avanço nessa direção. Premidos pelo senso de urgência, o máximo que conseguiram foi a implementação de melhorias esporádicas e pontuais.
Antes deles, o ex-prefeito Nevoeiro Junior durante a sua segunda gestão (1993-1996) já havia almejado promover melhorias no sistema de iluminação pública, a partir da contratação da empresa Consladel. Mas, após denúncias de superfaturamento, uma ação civil pública e uma longa demanda na Justiça, o único legado deixado pela iniciativa malsucedida foi uma dívida judicialmente reconhecida em 2018 de quase R$ 4 milhões, que passou a engrossar a enorme relação de precatórios a serem pagos pelo município.
Agora, com a autorização para contratar empréstimo destinado, exclusivamente, à instalação de LED em mais de 20 mil pontos de iluminação pública na cidade e à construção de uma usina de geração de energia fotovoltaica, Gustavo tem a oportunidade de triunfar onde outros fracassaram e de calar seus detratores.
Sem se intimidar por aqueles que prenunciam um caos financeiro, Gustavo dispara contra seus opositores ao afirmar que o “papel da oposição é mentir” e ao defender a iniciativa que para ele se traduz como “economia na veia”, já que concorrerá para uma redução significativa de custos com manutenção e energia elétrica que hoje variam de R$ 16 milhões a R$ 18 milhões por ano – clique AQUI.
Divergências sobre o empréstimo à parte, um fato é incontestável: a eficiência energética da iluminação pública tem um impacto direto nos custos municipais. Ao adotar tecnologias mais eficientes, as cidades podem reduzir significativamente suas despesas com eletricidade, liberando recursos que podem ser direcionados para outras áreas prioritárias, como saúde, educação e infraestrutura.
Rio Claro conta com mais de 27 mil pontos de iluminação nos bairros, sendo que deste total apenas 6 mil já contam com lâmpadas LED, cada vez mais comum na iluminação pública pelo maior tempo de vida útil, baixa manutenção e, principalmente, por proporcionarem uma diminuição do custo com energia em até 70%.
Sendo assim, mãos à obra Gustavo! Faça com transparência e clareza o que outros tentaram, mas não conseguiram. Silencie os críticos com trabalho e realização. Acta non verba!
Uma iluminação pública eficiente é essencial para o desenvolvimento sustentável. Ela não só melhora a segurança e a qualidade de vida da população, mas também contribui para a redução dos custos municipais e para a proteção do meio ambiente.
Que se faça a luz! Rio Claro – que foi a primeira cidade de São Paulo a ter iluminação pública elétrica – merece pelo seu passado pioneiro e pela produção de bens e riquezas no presente, confirmada pela liderança entre as cidades de médio porte da região em relação ao PIB per capita.











