O vereador Pastor Diego (PSD) e duas assessoras legislativas de seu gabinete na Câmara Municipal de Rio Claro estão sob investigação do Ministério Público.
Em um primeiro momento, a partir de denúncia encaminhada a Promotoria de Justiça no início de julho, apenas as assessoras Taise Picelli Gasbarro e Deila Karina do Nascimento constavam como investigadas, de acordo com registro no Sistema de Consulta Pública de Procedimentos do MP.
Contudo, na última terça-feira (18) o vereador Pastor Diego Gonzales, líder do prefeito Gustavo Perissinotto na Câmara, também passou a figurar como investigado nas diligências que estão sendo realizadas sob a responsabilidade da 7ª promotora de Justiça Georgia Chinalia Obeid.

Pelo Sistema de Consulta de Procedimentos não é possível obter informações detalhadas quanto ao teor da denúncia e andamento das investigações, uma vez que os autos ainda estão mantidos sob sigilo. Mas informações extraoficiais obtidas pelo RC 8:32 junto a uma fonte do Legislativo Municipal sinalizam para uma eventual ilegalidade na nomeação das assessoras, possivelmente em relação a necessária comprovação do nível de escolaridade exigido para os cargos.
Vale lembrar que a Câmara de Rio Claro, que é uma das mais caras do Estado de São Paulo, conta com 40 assessores legislativos (nível I e nível II). Ao todo são 53 cargos comissionados com salários de mais de R$ 9 mil.
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