Após escândalo de pedido de “cashback” para emendas parlamentares, a rio-clarense Amanda Servidoni, que se apresentava como “assessora” da deputada licenciada Valéria Bolsonaro, foi expulsa do PL pela Comissão Executiva do partido em Rio Claro, que foi unânime ao tomar a decisão.
Assinada pela presidente da Executiva Municipal Néia Garcia, a resolução do PL local salienta que o filiado que “agir com improbidade ou má exação no exercício de cargo ou função pública ou partidária ou assumir conduta pessoal reprovável”, está sujeito às penas previstas por infringir o Programa ou o Estatuto do Partido.
Amanda – frisa a resolução – está no epicentro de graves denúncias divulgadas originalmente pela plataforma de notícias Metrópoles e repercutidas em veículos de comunicação de todo o Brasil, bem como nas redes sociais, sobre cobrança de “cashback” para liberação de emendas parlamentares.
“As reportagens destacam a sua filiação ao PL, o que tem acarretado sérios danos à imagem do Partido”, afirma a resolução divulgada na manhã desta segunda-feira (03).
Presidente do projeto social “Mulheres pela Fé” – que tem Valéria Bolsonaro como madrinha -, Amanda se filiou ao PL em 2 de junho deste ano diretamente pelo Diretório Estadual, em São Paulo.
A ficha de adesão à legenda foi assinada ao lado do presidente nacional do partido, Valdemar Costa Neto e da deputada licenciada e secretária de Políticas para a Mulher de São Paulo Valéria Bolsonaro, que após repercussão das denúncias acionou o Ministério Público para investigar a aliada.
Em áudio vazado, Amanda diz que Valéria não sabe se ficará no PL e aponta a permanência do deputado federal Eduardo Bolsonaro nos EUA, como um indicativo de que o partido vai acabar – clique AQUI.











